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01/11/2017

Agenda 2030: Fiocruz lança plataforma e aplicativo sobre ODS

Regina Castro (CCS/Fiocruz)


Na próxima quarta-feira (8/11), a Fundação Oswaldo Cruz lançará a plataforma Ágora - uma das iniciativas da Estratégia Fiocruz para a Agenda 2030, que tem como objetivo estimular o desenvolvimento da inteligência cooperativa em prol do alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), além de ser uma contribuição da Fundação para a iniciativa global. O lançamento será às 9h, no auditório do Museu da Vida, em Manguinhos (RJ), durante a Consulta Internacional sobre Ciência Tecnologia e Inovação (CT&I) na implementação da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável e seus ODS relacionados à saúde. Ao longo do dia, uma mostra de tecnologias sociais estará aberta para visitação na praça Pasteur, ao lado do Castelo Mourisco.

A abertura do evento será realizada pela presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima; pelo representante do Departamento das Nações Unidas para Assuntos Econômicos e Sociais (Desa/ONU), Shantanu Mukherjee; pelo diretor do Centro Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (Centro RIO+) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud Brasil), Rômulo Paes de Sousa; e pelo coordenador da Estratégia Fiocruz para Agenda 2030 e ex-presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha.

Plataforma Ágora

A plataforma Ágora faz parte das estratégias da instituição para a Agenda 2030. Trata-se de um espaço virtual que oferece acesso a uma rede que promove a interação entre diferentes atores em torno de temas relacionados à saúde e a inovações para os ODS. O site traz, ainda, notícias e eventos e o convite para um desafio de curadoria de iniciativas para um mundo sustentável.

Para complementar o conteúdo da plataforma, também será lançado o aplicativo mobile (App) Ágora 2030, cujo escopo principal é operacionalizar os desafios de curadoria de soluções para os ODS. Para isso, serão realizados eventos virtuais temáticos, onde um universo delimitado de soluções será objeto de curadoria social. 

A proposta do aplicativo consiste em um “jogo sério” (serious game), utilizando a metodologia de "gamificação", que promove a curadoria social e a qualificação das soluções, além de informar os participantes sobre temas relacionados à Agenda 2030, em especial o ODS 3: saúde e bem-estar.

O aplicativo Ágora 2030 tem como pano de fundo o cenário do emblemático Castelo da Fiocruz. O jogo se desenvolve em um povoado chamado Ágora e que, no decorrer das fases, é reconstruído colocando-se em prática as metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.  

No Desafio Ágora 2030, o participante se transforma em curador de inovações para um mundo sustentável, reconstrói o povoado Ágora e ajuda a melhorar o planeta. Assim, ao estimular a interação com soluções para os ODS da Agenda 2030, realizadas no Brasil e no mundo, o aplicativo irá promover não apenas a divulgação de tais soluções - estimulando sua reprodução/adaptação para outras realidades - como também a curadoria das soluções, qualificando o banco de dados e aumentando a capacidade de gestão do conhecimento.

We App Heroes

Na ocasião, será lançado também o We App Heroes, um aplicativo móvel da Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud Brasil) que tem como objetivo inspirar as pessoas comuns a agir sobre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, através das ações de usuários nas proximidades. Ao reunir pessoas dispostas a oferecer seus ajuda voluntária, o We App Heroes cria a base para uma economia colaborativa que reduz os custos ambientais, sociais e econômicos dos atos cotidianos, ao mesmo tempo em que aumenta a conscientização sobre como essas ações estão ligadas aos Objetivos Globais da Agenda 2030.

O aplicativo, criado em parceria entre a Sunscious Ltda e o Centro RIO+ do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (ONU), propõe o altruísmo a partir da resolução de demandas e problemas reais. Por meio de tecnologia georeferencial, a plataforma possibilita a interação de usuários tanto para proposição de atividades e quanto para participação. Caso seja usado para hortas comunitárias, ações de viagem, tutoria, doações ou limpeza de praia, o aplicativo cria a base para uma nova economia de compartilhamento.

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