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15/12/2015

I Colóquio Brasil e Cuba apresenta desafios à formação em saúde pública

Ensp/Fiocruz


O I Colóquio Brasil Cuba de formação em Saúde Pública reuniu diversos pesquisadores, de ambos os países, para apresentar suas potencialidades no que se refere à formação em saúde, às ambições e aos principais desafios para alcançar uma saúde pública equitativa e universal. O diretor da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), Hermano Castro, criticou a formação brasileira de médicos, que, segundo ele, ainda é muito voltada para o mercado. "É preciso aprender com a formação de Cuba, que traz a solidariedade entre os povos e a humanidade que tanto almejamos entre os nossos profissionais”, afirmou.

 O vice-presidente de Pesquisa e Laboratórios de Referência (VPPLR) da Fiocruz, Rodrigo Stabeli, que representou o presidente da Fundação no encontro, Paulo Gadelha, comentou a felicidade em receber os amigos-irmãos cubanos. Para Stabeli, há muito o que se aprender e ensinar com o povo de Cuba. “A troca de experiências com eles é fundamental para fazermos uma saúde pública mais eficaz, pois eles são pioneiros na área da atenção básica e saúde da família. O diretor da Ensp, Hermano Castro, contextualizou a cooperação que a Ensp tem com os institutos de saúde cubanos e disse que a escola pretende fortalecer cada vez mais esses laços. “Além desse encontro – que espero ser o primeiro de muitos - também temos alunos residentes da saúde da família e da residência médica lá. Essas são algumas das nossas prioridades de trabalho com os cubanos”, disse ele.

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